04 de fevereiro de 2015 - Ano II - Edição 19
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Coopttec Agronegócios
Produtores atendidos por consultoria tecnológica sentem menos os danos da crise hídrica

Nos últimos meses, o clima seco em nosso Estado e em grande parte do país não faz mal apenas à saúde das pessoas. No meio rural, a seca arrasa as pastagens e provoca queda na produção de leite. Com isso, a produção dos laticínios também está sendo prejudicada. Os produtores de leite capixaba amargam uma queda brusca por conta da estiagem.

De acordo com o presidente da Coopttec, Wellington Luiz Pompermayer, o volume na produção caiu consideravelmente em relação aos anos anteriores.  “Nos mais de 1.300 produtores de leite atendidos pela Coopttec em todo o Estado, tivemos redução  média de 10% da produção no norte e de 14% no sul. Pelas informações recebidas das cooperativas e laticínios particulares atendidos, a produção de leite dos produtores que não recebem consultoria tecnológica teve uma queda de 25% em média tanto no norte quanto no sul.”

A estiagem é o principal fator responsável pela queda. Por enquanto, Francisco de Assis Ribeiro – Diretor Técnico da Coopttec Agronegócios considera que a produção está sendo bem afetada e diz estar preocupado, pois não sabe até quando isso vai. “O pasto secou e os animais já começam a sentir as altas temperaturas”, completa.

 

Assis, enfatizou também que a produção de leite no Brasil pode ser dividida, de um modo geral, em duas fases: a da estação da seca e das águas. Na estação das águas, mesmo sem rações suplementares, as vacas dão um bom rendimento, enquanto que na época da seca ocorre o contrário e elas não só diminuem ou suspendem a sua produção leiteira como também emagrecem muito, chegando mesmo até a morte por falta de pastagens, como vem ocorrendo em várias regiões do país. Os prejuízos nesta época do ano são grandes, não só pela queda na produção de leite mas, também, pela perda de animais e ainda pelas consequências que serão sentidas mais tarde, devido à baixa produção de rezes, mantidas, nessa época, sob um verdadeiro regime de fome. A má alimentação produz o enfraquecimento das rezes, ficando elas mais sujeitas às doenças e sofrendo, com maior intensidade, as consequências do seu ataque, podendo até morrer . “Para evitar ou diminuir todos esses prejuízos, é imprescindível um planejamento alimentar do rebanho, por isso, que os produtores que recebem consultoria tecnológica e aplicam as orientações na propriedade conseguem superar essa fase seca com menor prejuízo", ressalta Assis.

Grande parte dos atendimentos realizados pela Coopttec é por meio da parceria com o SEBRAE-ES que proporciona o Programa SEBRAETEC e também com o Sistema OCB-ES. Para saber mais e fazer parte do projeto, entre em contato: 27 3323-1486 | 28 3532-9820 - agronegocios@coopttec.coop.br .

 

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